7 de outubro de 2015

Tudo que vai...

Quantas "segundas chances" você costuma dar pra alguém que pisa na bola? Eu costumo dar várias porque né, somos humanos. A gente erra pra acertar, pisa na bola, pega um caminho torto. Quem nunca? Todo mundo erra. Mas existem pessoas que vacilam DEMAIS. Desde pequenas mentiras que viram verdadeiros causos de pescador, manipulação e até mau-caratismo mesmo. E tem vez que a pessoa pisa na bola de tal forma que só tacando fogo em tudo. Eu gosto de sair pela tangente, sabe? Pego minhas coisas e vou embora. A pessoa tá me fazendo mal, me fazendo de palhaça, então pra quê insistir? Eu prefiro assim, sem grandes discussões, sem DR, sem jogar nada na cara. Acho uma bosta de brigar a ponto de você não conseguir nem ter o MÍNIMO do RESPEITO pela outra parte. Mas algumas pessoas preferem assim... não julgo mas não faz meu estilo. 
Mas nessa nossa vida nada é tão simples. Existem situações que implicam de ver a pessoa, os rastros virtuais (retuíte no Twitter, uma foto no Instagram com amigos em comum, uma reunião de trabalho), os amigos em comum forçando situações (encontros, grupos no whatsapp). É aquela situação da praia depois do Ano Novo, a maré trazendo pessoas que você já limou e tirou do seu organismo. E aqui vem o grande erro. A gente botar essa gente dentro da nossa vida novamente. Tá errado. Não dá certo. Na maioria das vezes comigo deu bosta. 
Uma vez que você tenha motivos pertinentes pra BOTAR A PESSOA FORA DA TUA VIDA, a melhor coisa é DESAPEGAR. Às vezes a maré trás de volta e manter o contato novamente, fingir que nada aconteceu é a pior coisa. Você sabe que deu merda com seu ex-namorado/amigo/colega de trabalho, pra quê trazer a pessoa de volta? Manter a educação é fundamental, ainda mais quando existem pessoas em comum com o desafeto. Fazer fofoca não é legal também. As pessoas sempre perguntam o que aconteceu, mas o melhor nessa situação é sorrir e acenar. Fazer a caveira, contar todos os causos desde 1998 e jogar a merda no ventilador para os amigos em comum NÃO ADIANTA. 
E tudo bem lembrar dos bons momentos, das coisas que você aprendeu (por bem ou por mal), mas voltar a fazer parte do seu cotidiano não dá certo. Bota pra fora, tira do organismo, dá um basta, chega. Não somos obrigados mas a gente sorri e acena porque somos educados and civilizados. Nada como desapegar. Uma vez que você botou o sapato furado, o CD riscado, o livro embolorado pra fora, pra que pegar de volta? Nessa vida a gente tem que manter espaço para as coisas novas e conservar bem as que estão em uso. Segue em frente que tem outros troféus. E se alguém perguntar de mim, diga que estou ótima


Me perguntaram se eu te conheço. 
Um milhão de memórias passaram pela minha cabeça, mas eu apenas sorri e disse 'conhecia'.

Um comentário:

Cris Albu disse...

Amei seu texto. Eu também não insisto em DR com quem me faz de idiota. Há pessoas que eu trato como cocô. Você tem medo de cocô? Não. Mas para que ter contato? Vai sujar, o cheiro é ruim...deixa para lá. É só cocô.