4 de fevereiro de 2013

O Carnaval chegou!


A época muito esperada por alguns e detestada por outros. Sinceramente? Não amo de paixão e nem detesto. Adoro ver as escolas de samba na televisão. Quando eu era criança, minha mãe comprava umas besteiradas pra gente comer, colocava os colhões na sala, trazia travesseiro e cobertor. Obviamente não assistíamos a todas as escolas por motivos de: sono. Mas era legal pela farra mesmo! Oportunidade única de tomar guaraná, comer M&M's e Bis com o consenso da minha mãe.
Apesar do nome do meu blog se chamar SAMBA DA CRIOLA DOIDA, eu sempre fui menos samba e mais rock'n'roll e pop music. Eu sou uma farsante hahaha. Mas né, não posso escutar um batuque que logo já vou ver o que é. Fico realmente curiosa com gente que não consegue se deixar levar com uma bateria de escola de samba. É muito booooom. 
Aqui em São Paulo quase não tem essas coisas de carnaval, além dos desfiles das escolas de samba. Não é como o Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Natal e entre outras cidades do Nordeste que o negócio transpira carnaval. Fico imaginado esse povo que detesta esta época do ano, como é viver nessas cidades? Loucura. Ontem eu fui com os meus primos, encontrei meus amigos e mais uma porção de gente conhecida lá na Rua Augusta, pra concentração do Acadêmicos do Baixo Augusta.

O trio \o/

Foi engraçado, deu pra brincar bastante. Principalmente porque tava bem organizado. Paulistano adora uma fila, né? Fila pra ir ao banheiro (que eram poucos, aliás!), fila pra pegar o abadá, fila pra pegar uns brinquedos que a Skol estava dando. E só o bloco do Baixo Augusta pra fazer a bateria tocar Nirvana, Rollings Stones, Raul Seixas, Paralamas entre outras coisas. Teve bastante marchinha de carnaval e enredos clássicos de escola de samba. Quem conhece o mínimo que seja de carnaval conseguiria cantar todas. Foi bem gostoso! Pessoal que curte umas baladinhas lá no baixo Augusta precisa ir, é um bloco diferente, você vai se divertir bastante. 


Marcelo Rubens Paiva de porta estandarte. 


Primaiada


Sem empurra-empurra, pessoal se divertindo de buenas. Cheguei em casa morta e nada mais me lembro. Não sei como serão os próximos dias, eu vou trabalhar sábado e segunda-feira de carnaval, então, não dá pra exagerar. 

Keks sorridenteeeeeee :))))))

Gostaria de deixar um ressalve para o pessoal que só enxerga o lado ruim da festa (a sujeira, música, pessoal bêbado), se vocês soubessem como isso movimenta financeiramente as cidades e os hotéis. Contrata-se muitos temporários, desde camareiras a garçons, recepcionistas, manobristas. Gente que estava sem emprego e que vai ganhar uma grana a mais para trabalhar durante esse mês, pelo menos os quinze primeiros dias de fevereiro. Sem contar o povo que vende água na rua, que agora, segundo a minha amiga Manza, estão todos credenciados e tudo mais. Nego só gosta de ver o lado ruim da coisa. Todo mundo tem o direito de amar, de odiar e de ir conforme a música toca (tipo eu!), mas achar que o carnaval no Brasil é o mal do século e negar que seja uma manifestação do POVO, é foda demais. Euuuuuu hein! 

2 comentários:

Lívia Silva Santos disse...

Cami, eu não gosto de carnaval. Mas né, grande merda kkkkk

Não gosto da música, do tipo de festa, não é minha praia. Mas eu sou totalmente a favor dessas manifestações culturais, principalmente quando é bem organizado e com um próposito ótimo de se divertir!

Engraçado que eu sou daquelas que nunca gostou! Quando era pequena, minha mãe me fantasiava e levava nos bailes de Santos. E eu detestavaaaaa, choravaaaa, era um trauma aquele som alto, monte de gente... Minha mãe, pelo contrário, até hj fica decepcionada por nunca ter a companhia da filha num carnaval em Salvador. "São coisas da vida-a-a."

bjão!
Lívia

Érika Gibaja disse...

Não é o mal do século perto do Silas Malafaia, hauhaaha

Mas sério, não gosto principalmente dos desfiles estilo Rio e São Paulo, tudo muito engessado, alas, carros, fora que os temas estão cada dia mais babacas (criatividade tem limite né). E não gosto da zoada que fazem, música alta de madrugada, batucada... Você acaba não tendo para onde fugir.

Minha avó era carioca, meu tio avô escrevia sambas-enredo para a Grande Rio, eles amavam... Era gostoso ver como eles se emocionavam. Estava na cultura deles, enraizado... Tem que ser assim mesmo. Já eu coloco na mtv e Aproveito a maratona de Rock <3