terça-feira, 14 de setembro de 2010

Já prestaram atenção na música "Pra você guardei o amor", do Nando Reis? Gente, coisa mais linda dos últimos tempos.


Pra você guardei o amor que nunca soube dar. O amor que tive e vi sem me deixar. Sentir sem conseguir provar, sem entregar e repartir. Pra você guardei o amor que sempre quis mostrar. O amor que vive em mim vem visitar: sorrir, vem colorir solar. Vem esquentar e permitir. Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz no giz do gesto o jeito pronto. Do piscar dos cílios que o convite do silêncio exibe em cada olhar. Guardei sem ter porque, nem por razão ou coisa outra qualquer. Além de não saber como fazer pra ter um jeito meu de me mostrar. Achei vendo em você e explicação nenhuma isso requer; se o coração bater forte e arder no fogo o gelo vai queimar. Pra você guardei o amor que aprendi vendo meus pais. O amor que tive e recebi e hoje posso dar livre e feliz! Céu cheiro e ar na cor que arco-íris risca ao levitar. Vou nascer de novo. Lápis, edifício, tevere, ponte. Desenhar no seu quadril. Meus lábios beijam signos feito sinos. Trilho a infância, terço o berço do seu lar. Guardei sem ter porque, nem por razão ou coisa outra qualquer. Além de não saber como fazer, pra ter um jeito meu de me mostra. Achei vendo em você e explicação nenhuma isso requer se o coração bater forte e arder. No fogo o gelo vai queimar.

Porra. Eu choro! Enquanto isso, vou guardando o meu amor...


domingo, 12 de setembro de 2010

Eu tenho esse grande complexo que as pessoas não me levam a sério, que não sou ouvida, que minha opinião não importa, que me tratam feito criança, as coisas que eu faço não são reconhecidas ou válidas. E isso me incomodou muito essa semana. Não sei se isso de fato existe, se é coisa da minha cabeça ou se tão me ignorando.

Aham, senta lá, Cláudia.


#Tenso.